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O que é a perda de volume?

O que é a perda de volume?
Cuidados de Pele
O que é a perda de volume?

QUE CONFUSÃO! Mas são Rugas ou é Perda de Volume?

Até há bem pouco tempo apenas ouvíamos falar de rugas. Tudo eram rugas e linhas finas e primeiras linhas e patas de galinha e rugas de expressão. Mas de repente, e com o avançar da tecnologia e dos produtos disponíveis no mercado, começámos a ouvir falar em perda de volume, e ficámos baralhadas.

Para que possamos tratar das coisas pelos nomes e identificar qual é, verdadeiramente, o nosso problema, hoje iremos aqui tratar de clarificar como é que se identifica a perda de volume e se distingue então das rugas.

É a partir dos 25 anos de idade que se activa o processo de envelhecimento da pele. Por envelhecimento entende-se a maior dificuldade na renovação celular e nas funções vitais das várias camadas da pele, as quais começam a deteriorar-se e a perder qualidades e propriedades, sendo que as alterações hormonais são as grandes responsáveis pela perda de volume nas camadas mais profundas da pele. A perda gradual de colagénio e ácido hialurónico torna a aparência da pele menos preenchida e favorece o aparecimento de rugas e a perda de volume.
Associamos uma aparência de pele saudável a um rosto jovem, brilhante e preenchido. É muito fácil identificar a olho nu, nesses rostos apetecíveis, linhas bem definidas no queixo e mandíbula, bem como umas maçãs do rosto altinhas e carnudas, que adoramos ver com blush e associamos à ideia de saúde e juventude.

Ora bem, crescer significa levar na bagagem um número maravilhoso de coisas, que parece que vêm substituir outras. Por exemplo, substituímos a produção natural de colagénio por um creme que nos ajude a estimular essa produção. O mesmo com o ácido hialurónico. Os níveis naturais do mesmo descem com a idade e perdemos volume. Ganhamos umas linhas lindas no rosto, as maçãs do rosto descaem. Aos cantos da boca aparecem umas linhas que nos lembram cada sorriso, agora cada vez mais pesado. Ao longo da mandíbula, da orelha ao queixo e do queixo à orelha outra vez, a pele desprende-se como se de uma ponte artesanal feita de módulos de madeira atados com cordas se tratassem as histórias que cabem entre um lóbulo e o outro.

Se ficamos mais feias? Não acho.
É o ciclo inevitável da vida.
Com gravidade, mas sem gravidade.

Parece estranho? Não é!

O nosso rosto perde firmeza e volume, a pele descai e aquilo a que se chama triângulo da beleza inverte-se.
Podemos no entanto atrasar todas estas acções se utilizarmos os produtos adequados à nossa pele e à evolução da mesma e esquecer-nos destes conceitos sectarizantes e horríveis, que nos metem medo e causam uma ruga desnecessária na testa quando lemos sobre eles.
Podemos lutar contra esta geometria da beleza e criar a nossa própria ideia de geometria, transgredindo conceitos e transpondo barreiras.
E podemos saber identificar se o que nos está a aparecer são rugas ou perda de volume, escolher aquilo de que precisamos e continuar a viver a nossa vida, felizes e brilhantes como raposas!

Para fazer um diagnóstico e perceber ainda melhor as diferenças usem este link.


Por: Maria Capaz

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