Qual é o seu tipo de pele?
Cuidados de Pele
Qual é o seu tipo de pele?

Lembram-se daquele episódio do talk show da Oprah Winfrey em que de repente metade da humanidade feminina chegou à conclusão que andava a usar o tamanho de soutien errado e que por isso é que as maminhas ficavam penduradas, saíam aquelas xixinhas de lado por cima e por baixo da alça ou andavam os aros a magoar?
Lembram?
Da mesma forma que se chamou a este episódio dos soutiens a Revolução dos Soutiens, aos Censos da Pele da L’Óreal também se poderia (e deveria) chamar a Revolução da Pele. 
Os dados aos quais temos acesso concluem que mais de metade das inquiridas, uma amostra do universo constituído pelas Mulheres portuguesas, não conhece o seu tipo de pele.
- Se isto é grave? 
- É.
É necessário conhecer o nosso tipo de pele para sabermos como a tratar, quais os produtos que nela devemos aplicar, quando, como, e com que frequência. 
Tendo em linha de conta que cerca de 42% das portuguesas considera que o bem estar da sua pele é de uma enorme importância para o seu bem estar geral, identificar o tipo de pele torna-se, assim, uma arma contra o envelhecimento precoce e problemas mais sérios, que advém da negligência involuntária para com o nosso maior órgão: a pele. 
Sabe-se, através dos Censos da Pele, que as Mulheres portuguesas têm a pele mais seca da Europa, contando com 47% de peles secas e que é a partir dos 35 anos que a pele começa a notar-se mais seca e que é identificada como tal. Durante a juventude, as Mulheres portuguesas têm peles mistas a oleosas. Um dado também muito interessante, é que as peles secas estão mais presentes nas regiões Centro e Alentejo. 
Ainda assim, as Mulheres portuguesas podem gabar-se por terem peles normais em abundância e em geral pouco problemáticas: o nosso clima ameno atlântico e mediterrânico e nossa alimentação tradicionalmente saudável ajudam-nos a ter peles muito saudáveis em comparação com as nossas primas Europeias. O ideal era bebermos ainda muita mais água para termos peles verdadeiramente imbatíveis! Mas isto de amar e conhecer a nossa pele é um trabalho que requer muita prática, amor e repetição, até fazer parte da nossa rotina e não podermos passar sem os cinco minutos diários em que a nossa pele pede para lhe fazermos amor. 
Temos tudo a nosso favor, só precisamos, no fundo, de dar uma mãozinha à nossa pele.
Oh pá, sim, ‘tá bem, mas… Ainda não percebi como é que se identifica o tipo de pele?, perguntam vocês, e com toda a razão. 
Nós respondemos que o ideal é consultar um especialista para que saibamos de forma precisa qual o nosso tipo de pele, só que nem sempre é fácil. 

Ora vejamos: 71% das inquiridas respondeu à questão do tipo de pele através de um auto diagnóstico (um hábito, de resto, muito português, esta coisa dos autos), o qual veio a provar-se altamente impreciso. 
Estes dados sublinham, quando comparados com as pouquíssimas 1,5% que consultaram um dermatologista para identificarem o seu tipo de pele, que a relação com a sua pele e os cuidados aplicados regularmente para a manutenção e saúde da pele do rosto, dependem de um bom diagnóstico. Por vezes a percepção de uma pele oleosa, por exemplo, pode levar-nos a adquirir produtos mais agressivos, os quais podem danificar a nossa pele, criar manchas e borbulhas que detestamos, apenas porque não estamos a utilizar os produtos adequados à nossa pele. Ao fazermos isto estamos a agredir a nossa pele, a desidratá-la e a não contribuir activamente para a sua saúde. E isso não é, de todo, o que queremos! 
Posto isto, sugerimos que comece isto do amor à sua pele como um namoro à antiga: leve-a a passear, estude-a, identifique-a, conheça-a; peça-lhe namoro, comece a mimá-la e a enchê-la de presentes e abrace-a até ao infinito, case com ela em Las Vegas (que é como quem diz, maquilhe-se!) e ame-a até à eternidade. Vai ver que a reciprocidade a fará estupidamente feliz, porque vocês merecem!

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Por: Maria Capaz


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